27 de mar de 2012

Pescando sereias na rede de Jesus




Nos grupos da Igreja formados por jovens – Crisma, pastorais e movimentos em geral – há uma figura quase tão onipresente quanto o próprio Cristo: o católico bico-doce. Ele arranca suspiros das menininhas com seu discurso espiritualizado, e encanta especialmente as novatas com a sua calorosa “acolhida”.

No campo da pegação, cada um luta com as armas que tem: uns exibem os músculos, outros o carro… O bico-doce exibe a sua aura de piedade cristã. Esperto, carismático e extrovertido, ele passa a imagem de fiel convicto, mas está ali mesmo pra beijar na boca (entre otras cositas mas).

Esse tipinho conhece bem o seu eleitorado: sabe que as garotas de 14 a 18 anos, não sendo ainda suficientemente calejadas pelas decepções amorosas da vida, dificilmente resistirão ao seu charme de galã de sacristia.

A existência do bico-doce seria cômica, se o seu efeito no Corpo da Igreja não fosse tão danoso. O bico-doce semeia a descrença. Vendo-o tratar as garotas como alvos de abate, os que ainda engatinham na estrada da fé terão dificuldades para crer que o cristão é de fato “templo do Espírito Santo”, e que cada pessoa é especial, é dom de Deus.

A comunidade de fé é o lugar onde os jovens são chamados a testemunhar como a forma que um rapaz e uma moça se olham e se relacionam pode ser iluminada pela doce Presença de Cristo. Porém, vemos entre nós ser replicado o triste modelo de azaração das boates e festinhas mundanas: o cara chega junto, consegue o que quer e depois vaza. A fila anda, né?

O mais incrível disso tudo é que, não raro, o bico-doce exerce alguma função de liderança dentro do grupo. Atua como auxiliar do sacerdote, do coordenador, do catequista… ou é ele mesmo o próprio catequista!

Enfim, se você é um bico-doce fica o aviso: Deus lhe pedirá contas por você achar que a Igreja é a casa da Mãe Joana. Seja esperto de verdade! Experimente viver a atração pelas meninas, o namoro e as amizades conforme o Evangelho, e veja se você não se realizará bem mais do que se continuar com essa palhaçada!


"Respondeu-lhe Jesus. “Em verdade vos digo: ninguém há que tenha deixado casa ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras por causa de mim e por causa do Evangelho que não receba, já neste século, cem vezes mais casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e terras, com perseguições e no século vindouro a vida eterna. (Mc 10:29-30)"


Viu só? Renuncie a ser um lascivo leviano e seja cem vezes mais feliz. Nesta e na outra vida!

E, se você é uma católica jovem, aí vai o meu momento “tia velha”: dê-se o respeito, menina! Até porque, o homem da sua vida pode passar por você e nem te dar bola, simplesmente porque você está ocupada perdendo tempo com quem só quer fazer de você um “parquinho de diversões”.Se liga! Se você não proteger a sua dignidade, ninguém vai fazer isso por você. Seja inteligente!

Fonte: O Catequista

19 de mar de 2012

Estado LAICO não é estado ATEU: a querela do ensino religioso no Rio de Janeiro


Ora, se o dinheiro público, que absorve impostos de crentes, pode pagar professores de ateísmo, como é a maioria dos atuais professores de história, geografia, sociologia, filosofia, línguas et caterva no ensino médio, por que o erário público, que inclui dinheiro de ateus, não poderia pagar os professores de ensino religioso?



No dia 5 de março, o município do Rio de Janeiro publicou edital para a realização de concurso público para o cargo de professor de ensino religioso, para atender as necessidades educativas das crianças que estudam em suas escolas. O ensino religioso, público e de qualidade, constitui elemento essencial da função subsidiária do estado, que deve prover seus cidadãos das ferramentas necessárias para a autorrealização e formação integral dos indivíduos. Segundo circular da Congregação para Educação Católica para as Conferências Episcopais sobre o ensino da religião na escola:

                                    [...]O direito à educação e a liberdade religiosa dos pais e dos alunos exercem-se concretamente através de:

                                    b) A liberdade de receber, nos centros escolares, um ensino religioso confessional que integre a própria tradição religiosa na formação cultural e acadêmica própria da escola.

Assim, é direito natural dos cidadãos poder contar com o estado para a concretização da sua formação religiosa, sem que seja violentada a sua consciência e/ou sua liberdade de escolha. Neste sentido, faz muito bem o município do Rio de Janeiro, ao oferecer a seus cidadãos uma variedade de professores de ensino religioso que atenda ao credo da maioria da população, seguindo a liberdade e a consciência dos pais e dos alunos. Contudo, não faltaram vozes que lamentaram a decisão do governo municipal de empenhar dinheiro público para dar ensino confessional às crianças. Os argumentos foram os mais variados e absurdos:



1. O argumento mais comum é a pretensa laicidade do estado brasileiro, que não pode conviver com o ensino de religião na escola. Na visão dos que discordam, o estado laico exige que a religião fique em foro privado. Como a escola é pública, não deveria ser permitida a entrada de professores de religião nos estabelecimentos de ensino.

2. A má qualidade do ensino no Brasil também serve para desqualificar o ensino religioso nas escolas. Se os alunos carecem de maior qualidade no ensino de matemática e português, é certamente “um acinte” investir na em ensino religioso para as crianças, antes delas alcançarem um mínimo de qualidade em outras disciplinas.

3. Outro argumento contra o ensino religioso nas escolas é o alto custo deste ensino para os cofres públicos. Como os professores serão pagos com erário público, os ateus e os que discordam desta prática sentem-se violentados pela decisão do governo municipal e de seus vereadores, que aprovaram a lei em plenário.

4. A falta de professores gabaritados para exercer a função também serve de munição contra a inserção do ensino religioso nas escolas. Dizem os críticos que a carência de profissionais competentes, que estejam em consonância com o credo de seus alunos, irá tornar a execução da lei impossível.

A análise destes argumentos, no entanto, revela o descarado preconceito dos críticos para com o assunto. Discorrendo uma infinidade de falsas ou descabidas acusações, desfiam sua verve ateísta e ideológica com  o intuito de aplicar ao ensino religioso o  que não aplicam em outras áreas ou em assuntos relacionados. Por exemplo:


1. Acusam a falta de professores de ser um empecilho na execução da lei, que poderia pôr a perder a boa implementação da vontade popular. No entanto, quando a filosofia foi incluída no currículo escolar, a falta de professores gabaritados em 2008 não impediu que a lei fosse aplicada, como demonstra o alerta do Observatório Educacional. Ora, por que razão a filosofia pode entrar no currículo sem que haja profissionais suficientes mas o ensino religioso não? A resposta é simples: nenhuma, os casos são rigorosamente iguais, a não ser pelo viés ideológico dos que negam aos crentes o exercício livre e sem constrangimento de sua fé.

2. De fato, a contratação de professores de ensino religioso impactará no orçamento da prefeitura do Rio de Janeiro e muitos, que não concordam com os vereadores, que aprovaram a lei que implementa o ensino nas escolas, e o prefeito Eduardo Paes, que está cumprindo a lei, sentem-se traídos pelo governo laico, por ver seu dinheiro pagando tais professores. Os críticos só esquecem que a maioria do povo é crente. E, portanto, a maioria do dinheiro público que faz a máquina pública funcionar é pago por crentes. E estes crentes, judeus, cristãos, islâmicos ou seja lá a crença que tenham, possuem o direito de ter seu dinheiro sendo usado para pagar, sim, os professores que ela, a maioria da população, mantêm com seus impostos. Enfim, não são só os ateus que pagam os impostos que fazem o país funcionar. Os crentes também pagam, e pagam mais, porque são maioria. Ora, se o dinheiro público, que absorve impostos de crentes, pode pagar professores de ateísmo, como é a maioria dos atuais professores de história, geografia, sociologia, filosofia, línguas et caterva no ensino médio, por que o erário público, que inclui dinheiro de ateus, não poderia pagar os professores de ensino religioso? Novamente, a ideologia ateia não cansa de aplicar a outros o que não aplica a si mesma.

3. Um sofisma curioso é o da qualidade do ensino do Brasil. Isto é, se o ensino ordinário está péssimo, então não se deve investir senão na melhoria das condições do ensino de matemática, português, física, etc. Só quando o índice de qualidade de ensino nestas disciplinas melhorar é que, quem sabe, falar-se-é de ensino religioso. O sofisma assemelha-se ao argumento do Saneamento Básico: enquanto houver criança morrendo de desinteria, é hipocrisia falar de aborto, dizem. É evidente que o argumento é vigarista. Não se trata de salvar as crianças ou da diarreia, ou do aborto. Trata-se dos dois! Importa impedir a morte por falta de condições minímas de vida e proibir (sic!) o assassinato de um inocente. Então, não se trata de ou melhorar o ensino das outras disciplinas, ou investir em uma perspectiva integral do homem, que inclua o seu ser religioso. Antes, trata-se de ter uma visão completa do homem.

4. E, finalmente, o argumento mais batido do século: a laicidade do estado. Este assunto já foi tratado aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. O estado brasileiro é laico, mas o povo é religioso. Ora, diz a Constituição Federal que todo poder emana do povo. Logo, não cabe a juristas, deputados, senadores ou qualquer grupo social determinado dizer o que deve ser feito com os instrumentos que o povo possui para fazer valer seu direito de educar-se. Ora, se o povo, que é a origem do poder democrático, quer o ensino religioso nas escolas, não pode a ideologia de uma minoria suplantar o desejo soberano da maioria. Muito mais é negada essa possibilidade se o desejo dessa maioria é justo e salutar. Em breves palavras, o nome da tentativa política de uma minoria abafar o desejo da maioria é autocracia!

Por Robson Oliveira


12 de mar de 2012

"Que a mulher seja mulher em toda sua plenitude!"




"A sociedade moderna está mergulhada no conceito de igualdade. Cada vez mais luta-se para equiparar o homem à mulher e vice-versa. Se a igualdade pretendida fosse em relação aos direitos civis, cuja necessidade é inegável, não seria, de fato, um problema. Porém, o que acontece é que esta sociedade moderna, eivada do relativismo cultural, quer é transformar a mulher no novo homem e o homem na nova mulher, invertendo e pervertendo os valores mais elementares.

Deus criou o homem e a mulher em igual dignidade, mas quis que houvesse uma diferença entre os dois gêneros. Esta diferença em “ser homem” e “ser mulher” faz com que exista uma complementariedade entre eles. Foram criados por Deus para formarem um conjunto, não um se sobrepondo ao outro, mas em perfeita sintonia um com outro. Lutar contra esse projeto, fazendo com que a mulher tente, por todos os meios, ocupar o lugar do homem é lutar diretamente contra o projeto de Deus, contra a natureza humana.

A liberação sexual promovida pelos métodos anticoncepcionais, longe de trazer a sensação de igualdade entre o homem e mulher, transformou a mulher numa máquina de prazer, pois agora ela sabe que pode ter uma vida sexual ativa sem a consequente gravidez. Não precisa ter compromisso com o parceiro, não precisa sentir-se segura ou amada. Ledo engano. O que se vê são cada vez mais mulheres frustradas, depressivas, olhando para trás e percebendo que estão vazias, correndo contra o tempo para manterem-se jovens, pois nada mais têm a oferecer que não o invólucro.

A liberdade da mulher, na verdade, transformou-se numa prisão. Hoje, elas se vêem presas a estereótipos ditados pela agenda feminista, cujo maior objetivo é destruir a essência da mulher, igualando-a ao homem. Transformando seus úteros em lugares estéreis e varrendo para debaixo do tapete o instinto natural da espécie: a maternidade.

Portanto, urge que cada mulher, criada à semelhança de Deus, recupere o seu lugar na Criação. Que a mulher seja mulher em toda sua plenitude!"

Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Jr.

8 de mar de 2012

Justo no Dia da Mulher, é apresentado projeto para o Novo Código Penal Brasileiro permitir o Aborto e a Eutanásia

O Senado brasileiro instituiu em outubro de 2011 uma Comissão para Revisar o Código Penal brasileiro. Na comissão foram colocados juristas não apenas a favor da descriminalização do aborto, como também da eutanásia. E o que deveria ser uma reforma do Código Penal para solucionar os problemas de segurança do povo brasileiro, está se tornando o mais puro ativismo em favor da legalização do aborto, advertem pró-vidas de diversos grupos no Brasil que convocam a população a manifestar-se contra este atropelo à vida na legislação brasileira.

Para compor essa comissão, foram nomeados advogados declarada e assumidamente partidários da legalização do aborto: o dr. Luiz Flávio Gomes e a dra. Luiza Nagib Eluf que defendem a despenalização (legalização) do aborto e da eutanásia.

Segundo a informação enviada a ACI Digital, o anteprojeto propõe a legalização do aborto praticamente livre e a introdução da eutanásia no Brasil, como denunciou recente o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo, conhecido defensor da vida e da família no Brasil e sacerdote da diocese de Cuiabá.

Vale explicitar que a legalização do aborto é proposta pelo anteprojeto de novo Código Penal nos seguintes termos:
«Não será criminalizado o aborto durante os três primeiros meses de gestação sempre que um médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade».

Na prática, este dispositivo, se aprovado, legaliza o aborto completamente livre nos primeiros três meses da gestação. Pois, segundo o texto do dispositivo proposto, o aborto será permitido sempre que, segundo um médico, a mulher não apresentar condições psicológicas de arcar com a maternidade. E o próprio fato de a mulher querer abortar será considerado a maior prova de que ela não tem condições psicológicas de arcar com a maternidade, explica a nota dos grupos pró-vidas brasileiros.

O anteprojeto do novo Código Penal também propõe a legalização da eutanásia.

A eutanásia vai ser punida com penas mais brandas que o homicídio em geral: enquanto a pena máxima do homicídio continua a ser de vinte anos de reclusão, a pena máxima da eutanásia será de somente quatro anos de detenção. Além disso, a eutanásia deixará de ser considerada homicídio.

Finalmente, o anteprojeto abre uma brecha no sentido de deixar totalmente impune a eutanásia:

«O juiz deixará de aplicar a pena avaliando as circunstâncias do caso, bem como a relação de parentesco ou estreitos laços de afeição do agente com a vítima»

Assim os pró-vidas brasileiros recordam que hoje, quinta-feira, dia 8 de março(coincidentemente o “Dia Internacional da Mulher”, sendo que as feministas costumam apresentar a legalização do aborto como se fosse uma reivindicação da mulher), a partir das 8h30 da manhã, a comissão do novo Código está apresentando perante a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal o andamento de seus trabalhos.

Nesta ocasião, a comissão do novo Código Penal deverá prestar contas de seus trabalhos aos senadores e seus membros poderão ser interrogados pelos parlamentares.

Assim os defensores da vida no Brasil pedem que cada cidadão “entre em contato com os senadores que integram a Comissão de Constituição e Justiça, para protestar contra os dispositivos do anteprojeto do novo Código Penal que legalizam o aborto e a eutanásia, bem como contra a presença dos srs. Luiz Flávio Gomes e Luiza Nagib Eluf na comissão que elabora o novo Código”.

Conforme apurado em pesquisa de opinião pública do Datafolha que, em 2010, está comprovado que 71% dos brasileiros (mais de dois terços da população!) são contrários a qualquer alteração na lei do aborto”. Esta informação pode ser vista na revista época: http://colunas.revistaepoca.globo.com/falabrasil/2010/10/11/datafolha-71-afirmam-que-lei-sobre-aborto-deve-continuar-como-esta/

Por isto, o Pe. Luis Carlos Lodi, presidente do pró-vida e pró-família de Anápolis, animou em um recente artigo a que todos se manifestem contra a reforma usando o “Alô Senado” (0800 61 22 11) e enviem uma mensagem aos senadores membros da Comissão de Constituição e Justiça.

As mensagens eletrônicas são facilmente filtradas e descartadas. Uma mensagem do Alô Senado é sempre entregue ao gabinete do Senador, recorda o Pe. Lodi.
A ligação é totalmente gratuita, de qualquer telefone, fixo ou celular e deve ser enviada “aos membros da Comissão de Constituição e Justiça”

O sacerdote anima o povo brasileiro que defende a vida a enviar mensagens como as seguintes:
“Solicito a Vossa Excelência que, no anteprojeto do novo Código Penal, não descrimine nem diminua a pena para o aborto e a eutanásia. O direito constitucional à vida deve ser respeitado“.
“Como cidadão, manifesto minha desaprovação à tentativa de descriminar o aborto e a eutanásia na reforma do Código Penal. Os nascituros e os doentes devem ser respeitados”.
“Peço que na reforma do Código Penal seja mantida a incriminação do aborto em todos os casos e não seja descriminada a eutanásia. A vida é um valor fundamental”.

“Convide seus amigos e todas as pessoas que defendem e promovem a cultura da vida a fazer o mesmo! A participação ativa de todos é fundamental para a vitória”, conclui o pedido dos pró-vidas brasileiros.

Estes são os contatos dos senadores que integram a Comissão de Constituição e Justiça do Senado:

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Presidente: senador Eunício Oliveira – PMDB-Ceará

Telefones: (61) 3303-6245
Fax: (61) 3303-6253
eunicio.oliveira@senador.gov.br

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Vice-presidente: senador José Pimentel – PT-Ceará

Telefones: (61) 3303-6390/6391
Fax: 3303-6394
gab.josepimentel@senado.gov.br

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Marta Suplicy PT-São Paulo

Telefones: (61) 3303-6510
Fax: (61) 3303-6515
martasuplicy@senadora.gov.br

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Pedro Taques PDT-Mato Grosso

Telefones: (61) 3303-6550 e 3303-6551
Fax: (61) 3303-6554
pedrotaques@senador.gov.br

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Jorge Viana PT-Acre

Telefones: (61) 3303-6366 e 3303-6367
Fax: (61) 3303-6374
jorgeviana.acre@senador.gov.br

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Antonio Carlos Valadares PSB-Sergipe

Telefones: (61) 3303-2201 a 2206
Fax: (61) 3303-1786
antoniocarlosvaladares@senador.gov.br

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Inácio Arruda PC do B-Ceará

Telefones: (61) 3303-5791/5793
Fax: (61) 3303-5798
inacioarruda@senador.gov.br

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Pedro Simon PMDB-Rio Grande do Sul

Telefones: (61) 3303-3232
Fax: (61) 3303-1304
simon@senador.gov.br

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Romero Jucá PMDB-Roraima

Telefones: (61) 3303-2111 a 2117
Fax: (61) 3303-1653
romero.juca@senador.gov.br

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Vital do Rêgo PMDB-Paraíba

Telefones: (61) 3303-6747
Fax: (61) 3303-6753
vital.rego@senador.gov.br

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Renan Calheiros PMDB-Alagoas

Telefones: (61) 3303-2261/2263
Fax: (61) 3303-1695
renan.calheiros@senador.gov.br

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Luiz Henrique PMDB-Santa Catarina

Telefones: (61) 3303-6446/6447
Fax: (61) 3303-6454
Luizhenrique@senador.Gov.Br

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Francisco Dornelles PP-Rio de Janeiro

Telefones: (61)-3303-4229
Fax: (61) 3303-2896
francisco.dornelles@senador.gov.br

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Sérgio Petecão PSD-Acre

Telefones: (61) 3303-6706 a 6713
Fax: (61) 3303.6714
sergiopetecao@senador.gov.br

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Aécio Neves PSDB-Minas Gerais

Telefones: (61) 3303-6049/6050
Fax: (61) 3303-6051
aecio.neves@senador.gov.br

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Aloysio Nunes Ferreira PSDB-São Paulo

Telefones: (61) 3303-6063/6064
Fax: (61) 3303-6071
aloysionunes.ferreira@senador.gov.br

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Alvaro Dias PSDB-Paraná

Telefones: (61) 3303-4059/4060
Fax: (61) 3303-2941
alvarodias@senador.gov.br

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Demóstenes Torres DEM-Goiás

Telefones: (61) 3303-2091 a 2099
Fax: (61) 3303-2964
demostenes.torres@senador.gov.br

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Armando Monteiro PTB-Pernambuco

Telefones: (61) 3303 6124 e 3303 6125
Fax: (61) 3303 6132
armando.monteiro@senador.gov.br

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Gim Argello PTB-Distrito Federal

Telefones: (61) 3303-1161/3303-1547
Fax: (61) 3303-1650
gim.argello@senador.gov.br

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Magno Malta PR-Espírito Santo

Telefones: (61) 3303-4161/5867
Fax: (61) 3303-1656
magnomalta@senador.gov.br

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Randolfe Rodrigues PSOL-Amapá

Telefones: (61) 3303-6568
Fax: (61) 3303-6574
randolfe.rodrigues@senador.gov.br

Fonte: ACI Digital.

5 de mar de 2012

"A busca da sabedoria", por São Bernardo de Claraval



Dos Sermões de São Bernardo de Claraval, abade e doutor da Igreja

(Sermo dediversis15:PL 183,577-579)
(Séc.XII)
A busca da sabedoria

Trabalhemos pelo alimento que não se perde. Trabalhemos na obra de nossa salvação. 

Trabalhemos na vinha do Senhor, para merecermos receber o salário de cada dia. 

Trabalhemos na sabedoria, pois esta diz: Quem trabalha em mim, não pecará. O campo é o mundo, diz a Verdade. Cavemos nele, pois aí está um tesouro escondido.Vamos desenterrá-lo! É assim a sabedoria, que se extrai de coisas ocultas. Todos nós a buscamos, todos nós a desejamos.

Foi dito: se quereis procurá-la, procurai. Convertei-vos e vinde! Queres saber do que te converter? Afasta-te de tuas vontades. Mas se não encontro em minhas vontades, onde então encontrarei a sabedoria? Minha alma deseja-a ardentemente; se vier a encontrá-la, isto não me basta. Cumpre pôr em meu seio uma medida boa, apertada, sacudida e transbordante. 

Tens razão. Feliz é o homem que encontra a sabedoria e que está cheio de prudência. 

Procura-a, pois, enquanto podes encontrá-la; e enquanto está perto, chama-a!

Queres saber como está perto a sabedoria? Perto está a palavra, no teu coração e na tua boca; mas somente se a procurares de coração reto. No coração encontrarás a sabedoria, e a prudência fluirá de teus lábios. Cuida, porém, de tê-la em abundância e que não te escape como num vômito.

Na verdade, se encontraste a sabedoria, encontraste mel. Não comas demasiado, para que, saciado, não o vomites. Come de modo a sempre teres fome. A própria sabedoria o diz: 
Aqueles que me comem, ainda têm fome. Não julgues já teres muito. Não te sacies para que não vomites e te seja retirado aquilo que pareces possuir, por teres desistido de procurar antes do tempo. Pelo fato de a sabedoria poder ser encontrada enquanto está perto, não se deve deixar de buscá-la e invocá-la. De outro modo, como disse ainda Salomão: assim como não faz bem a alguém tomar o mel em demasia, assim quem perscruta a majestade, sente-se oprimido pela glória.

Feliz o homem que encontra a sabedoria. Feliz, ou, antes, muito mais feliz quem mora na sabedoria. Talvez Salomão queira aqui significar a superabundância. São três as razões de fluírem em tua boca a sabedoria e a prudência: se houver nos lábios primeiro a confissão da própria iniqüidade; segundo a ação de graças e o canto de louvor; terceiro a palavra de edificação. Na verdade pelo coração se crê para a justiça, pela boca se confessa para a salvação. De fato, começando a falar, o justo se acusa. Depois, engrandece ao Senhor. Em terceiro, se até este ponto transborda a sabedoria, deve edificar o próximo.

http://www.liturgiadashoras.org/oficiodasleituras/6segundaTC.html